A minha inspiração desinspira-me. É dolorosa, impiedosa. Triste, agonizante. Não há abstracção, nem escape. A tentar fugir do vazio, fui direita a ele. E agora dói. Tenho sede. Tremo. Sou cheia de nada e não sei ser oca. Frio na barriga, nó. Só.
Quero sal e vento na cara. Manhãs frias, cheias de escritos e pensamentos. Tardes longas de sol a fechar-me os olhos, de fugidas para nenhures e cigarros na noite a cair.
Fico me pelas palavras carregadas que ajudam no levar do fardo...
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